PARA QUEM NÃO SABE USAR E A IMPORTÂNCIA DO N-BREAK
Pensar em novas educações, é pensar de forma coletiva, abrangente, justa e igualitária valorizando os conceitos e objetivando a difusão de conhecimentos através de relatos e trocas de experiências. Então, sejam bem vindos ao espaço de interação e transformação educacional, espiritual e social.Enfim,de todas as coisas.
Quem sou eu
- Sebastiana Vilas Boas
- Pedagoga com habilitação em gestão educacional,especialista em Tecnologias e Novas Educações,líder regional dos grupos: evangelização e universitários da IURD,professora da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Salvador e uma serva do Senhor JESUS.
domingo, 25 de dezembro de 2011
NO BREAK - como funciona
PARA QUEM NÃO SABE USAR E A IMPORTÂNCIA DO N-BREAK
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
SEMANA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA
ESTAMOS NA SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA: E o tema principal da “Semana” este ano será: “Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de risco, e as professoras do GRUPO III do CMEI Álvaro Bahia juntamente com os alunos estão trabalhando em prol de uma sociedade melhor, com o subtema: CONSTRUINDO UM MUNDO MELHOR e tem como objetivo informar a população através dos meios de comunicação que podemos construir um mundo sem danos a natureza. Só depende de nós.
Aprendendo a cuidar do planeta desde pequenos
“A criança interage com o mundo desde que é gerada,
a partir do seu nascimento se relacionar com um mundo rico
em fenômeno naturais e sociais os quais aguça
sua curiosidades e vai ampliando seu universo de experiências”
( RCN’S p.60)
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A Visão do K-12 Estudantes de Hoje
A GERAÇÃO DIGITAL
A geração digital é formada de jovens que usam os equipamentos tecnológicos e vivem inseridos no mundo virtual compartilhando e adquirindo conhecimentos. Percebemos que eles não estão apenas copiando informações, mas projetando e executando idéias inerentes a sociedade informatizada. A geração digital foi denominada por Tapscott de varias gerações: X, Y ou internet, Next, e nativos ou imigrantes digitais por Prensky, por ter nascidos no período da inserção e evolução da internet e suas ferramentas digitais, na qual possibilitou a nova geração interagir e compartilhar. Portanto este trabalho irá falar de todas as gerações, mas, referenciando a geração y ou internet, que tem a faixa etária entre onze e trinta anos de idade.
Os jovens da geração internet estão agindo no trabalho de forma colaborativa, derrubando a hierarquia rígida e obrigando as empresas a repensar seus métodos de recrutamento, remuneração, desenvolvimento e supervisão de talentos. Na educação, eles estão solicitando mudanças no modelo de pedagogia, que passa de uma abordagem focada no professor para um modelo focado no estudante e baseado na colaboração.
O jovem da geração internet não se preocupa com a tecnologia, e sim com o que pode fazer com ela. “ Os homens criam as ferramentas, as ferramentas recriam os homens” McLuhan, quando tem de posse um computador ou um celular, eles não querem saber de marca ou coisa parecida, a única preocupação é a compartilha e colaboração de forma desordenadas.
A geração internet ou geração dos nativos digitais como chama Prensck nasceram e estão vivendo num contexto de comunicação interativa. Através de diversas tecnologias como vídeogames, internet, telefone celular, MP3, IPOD, etc. Na qual se caracterizam principalmente por não necessitar do uso de papel nas tarefas com o computador.
Para Tapscott (2010) os jovens da geração internet cresceram em um ambiente digital e estão vivendo no século XXI, mas o sistema educacional em muitos lugares está pelo menos cem anos atrasado. Essa é uma preocupação de muitos educadores, pois, vivemos num dilema constante no processo de ensino/aprendizagem, percebemos isso no contexto da sala de aula e no relato do vídeo A visão dos estudantes de hoje que os alunos preferem a escrita da internet ao da escola.
Desta forma a geração digital aprendeu a conviver com esse ideal de ser humano de aprender a ser, ao mesmo tempo com os aparatos tecnológicos que os cercam a cada dia, disponibilizado a acessibilidade de aprender a fazer, e despertando o interesse em acompanhar o desenvolvimento e transformação do mundo globalizado, na qual presenciamos a geração y, imersos nas tecnologias digitais on-line, compartilhando os seus conhecimentos e trocando experiências com diversas pessoas, conhecidas e também as desconhecidas, mesmo tendo conhecimento dos perigos que eles são expostos no ambiente virtual, mais o que queremos falar no momento é da ousadia e intrepidez que a geração internet tem em si comunicar.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Defesa Pública - UFBA/FACED
Defesa Pública
Monografia de Pós- graduação em Tecnologias e Novas Educações
A relação entre a prática pedagógica docente e a formação do aluno diante do advento das tecnologias digitais
Banca Examinadora
Profº MsC. Júlio Cesar Gomes Santos
Profª. MsC. Camila Lima Santana e Santana
Data: 29 de julho de 2011
Horário: 10:00h às 11:00h
Local: Faculdade de Administração – UFBA
Sala Redes Sociais e jogos
End.: Vale do Canela – Salvador – Ba
segunda-feira, 11 de julho de 2011
PNBL: Concessionárias terão que oferecer banda larga fixa em todos os municípios brasileiros
01/07/2011
Do Tele.Síntese
Os termos de compromisso assinados ontem à noite entre as concessionárias locais de telefonia fixa (Telefônica, Oi, CTBC, Sercomtel) e a União (Ministério das Comunicações e Anatel) para a oferta da banda larga popular têm algumas diferenças nos pacotes entre as empresas, mas há regras comuns a todos. Entre elas, a de que o usuário sempre terá a opção de adquirir a banda larga, sem outros serviços conjugados.
Os principais destaques dos acordos:
- O lançamento da banda larga a R$ 35,00 ocorrerá em 90 dias a partir de ontem ou, em 29 de setembro. A oferta será escalonada até junho de 2014, na Copa do Mundo, quando terá que atingir todo o território brasileiro. A lista de cidades a serem atendidas será enviada ao MiniCom a cada três meses, mas somente os usuários das cidades atendidas saberão do lançamento com antecedência. Por motivos concorrenciais, a lista das cidades atendidas será divulgada pelo MiniCom somente três meses depois do serviço estar lançado;
- A oferta da banda larga a R$ 35,00 pode ser feita nas tecnologias fixa e móvel, mas as operadoras estão obrigadas a fazer uma oferta pela rede fixa em todos os municípios brasileiros, à medida que forem ativando o serviço. Mas as empresas não são obrigadas a oferecer a banda larga fixa "naked", (ou seja, sozinha, sem a venda da linha de telefone fixa) onde tiver a oferta da banda larga móvel. "O importante é que o usuário sempre terá o direito de comprar a banda larga a R$ 35,00 independente da tecnologia", assinalou o secretário-executivo do MiniCom, Cezar Alvarez. Ou, trocando em miúdos: as concessionárias poderão oferecer pacote combinado de banda larga fixa e telefone fixo desde que ela tenha disponível a banda larga móvel naquela cidade a R$ 35,00.
- As concessionárias poderão cobrar taxa de instalação no caso da banda larga fixa. O modem da banda larga móvel terá que ser comprado pelo usuário, no mercado. No caso da venda pelo combo, há diferenças entre as propostas da Telefônica e da Oi. Na Telefônica, o preço será de R$ 65,00 pela banda larga e assinatura do telefone. Na Oi, será de R$ 69,90 (com impostos). Essa venda conjunta deverá ocorrer nas grandes cidades, visto que a Oi, por exemplo, tem hoje a rede 3G em apenas 200 municípios brasileiros (os mais populosos). Ou seja, este ano, muitas das cidades onde a Oi irá restar o serviço serão atendidas pela rede fixa a R$ 35,00, ao contrário da Telefônica, que tem rede 3G em todo o seu território.
- Haverá limite para o consumo de banda. Para a rede fixa, no caso da Oi, o limite inicial é de 500 Mega, até chegar a 1 giga em junho 2013. Na Telefônica, o limite inicial é de apenas 300 Mega, subindo para 600 Mega e chegando a 1 giga no mesmo perído. Para a rede móvel, a proposta da Telefônica é melhor do que a da Oi: limite de 150 Mega, subindo para 300 Mega e chegando a 500 mega. A Oi garante apenas 150 mega, 200 Mega e 300 mega como consumo final de banda. Há também uma cláusula que estabelece que se o usuário ultrapassar esses limites durante o mês, a operadora pode diminuir a velocidade do acesso, mas não poderá cobrar por excesso de consumo de dados. No caso da Oi, o cliente poderá solicitar, no entanto, um pacote especial de acréscimo de consumo.
- O reajuste de preço deste serviço será anual, com base no Índice dos Serviços de Telecomunicações (IST), calculado pela Anatel. As sanções pelo não cumprimento do acordado serão revertidas em investimentos e antecipação de metas ,só no último caso, transforma-se em multas. As empresas que não atingirem as metas trimestrais de cobertura, terão que, no trimestre, seguinte- pagar a dívida em triplo, ou seja, fazer a oferta nas cidades onde ficou devendo e duplicar o número de cidades a serem atendidas no novo trimestre. Multas financeiras estão também previstas. E serão de R$ 20 mil por dia por localidade não atendida até o limite de R$ 25 milhões quando o Tesouro poderá imediatamente sacar este montante.
Do Tele.Síntese
Os termos de compromisso assinados ontem à noite entre as concessionárias locais de telefonia fixa (Telefônica, Oi, CTBC, Sercomtel) e a União (Ministério das Comunicações e Anatel) para a oferta da banda larga popular têm algumas diferenças nos pacotes entre as empresas, mas há regras comuns a todos. Entre elas, a de que o usuário sempre terá a opção de adquirir a banda larga, sem outros serviços conjugados.
Os principais destaques dos acordos:
- O lançamento da banda larga a R$ 35,00 ocorrerá em 90 dias a partir de ontem ou, em 29 de setembro. A oferta será escalonada até junho de 2014, na Copa do Mundo, quando terá que atingir todo o território brasileiro. A lista de cidades a serem atendidas será enviada ao MiniCom a cada três meses, mas somente os usuários das cidades atendidas saberão do lançamento com antecedência. Por motivos concorrenciais, a lista das cidades atendidas será divulgada pelo MiniCom somente três meses depois do serviço estar lançado;
- A oferta da banda larga a R$ 35,00 pode ser feita nas tecnologias fixa e móvel, mas as operadoras estão obrigadas a fazer uma oferta pela rede fixa em todos os municípios brasileiros, à medida que forem ativando o serviço. Mas as empresas não são obrigadas a oferecer a banda larga fixa "naked", (ou seja, sozinha, sem a venda da linha de telefone fixa) onde tiver a oferta da banda larga móvel. "O importante é que o usuário sempre terá o direito de comprar a banda larga a R$ 35,00 independente da tecnologia", assinalou o secretário-executivo do MiniCom, Cezar Alvarez. Ou, trocando em miúdos: as concessionárias poderão oferecer pacote combinado de banda larga fixa e telefone fixo desde que ela tenha disponível a banda larga móvel naquela cidade a R$ 35,00.
- As concessionárias poderão cobrar taxa de instalação no caso da banda larga fixa. O modem da banda larga móvel terá que ser comprado pelo usuário, no mercado. No caso da venda pelo combo, há diferenças entre as propostas da Telefônica e da Oi. Na Telefônica, o preço será de R$ 65,00 pela banda larga e assinatura do telefone. Na Oi, será de R$ 69,90 (com impostos). Essa venda conjunta deverá ocorrer nas grandes cidades, visto que a Oi, por exemplo, tem hoje a rede 3G em apenas 200 municípios brasileiros (os mais populosos). Ou seja, este ano, muitas das cidades onde a Oi irá restar o serviço serão atendidas pela rede fixa a R$ 35,00, ao contrário da Telefônica, que tem rede 3G em todo o seu território.
- Haverá limite para o consumo de banda. Para a rede fixa, no caso da Oi, o limite inicial é de 500 Mega, até chegar a 1 giga em junho 2013. Na Telefônica, o limite inicial é de apenas 300 Mega, subindo para 600 Mega e chegando a 1 giga no mesmo perído. Para a rede móvel, a proposta da Telefônica é melhor do que a da Oi: limite de 150 Mega, subindo para 300 Mega e chegando a 500 mega. A Oi garante apenas 150 mega, 200 Mega e 300 mega como consumo final de banda. Há também uma cláusula que estabelece que se o usuário ultrapassar esses limites durante o mês, a operadora pode diminuir a velocidade do acesso, mas não poderá cobrar por excesso de consumo de dados. No caso da Oi, o cliente poderá solicitar, no entanto, um pacote especial de acréscimo de consumo.
- O reajuste de preço deste serviço será anual, com base no Índice dos Serviços de Telecomunicações (IST), calculado pela Anatel. As sanções pelo não cumprimento do acordado serão revertidas em investimentos e antecipação de metas ,só no último caso, transforma-se em multas. As empresas que não atingirem as metas trimestrais de cobertura, terão que, no trimestre, seguinte- pagar a dívida em triplo, ou seja, fazer a oferta nas cidades onde ficou devendo e duplicar o número de cidades a serem atendidas no novo trimestre. Multas financeiras estão também previstas. E serão de R$ 20 mil por dia por localidade não atendida até o limite de R$ 25 milhões quando o Tesouro poderá imediatamente sacar este montante.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Comissão provisória do PRB em Simões Filho
Entre os presentes na Câmara Municipal, destacaram-se: Deputado Federal Bispo Marcio Marinho, Jessival Xavier da Conceição, Vice-prefeito de Simões Filho; veredor Luciano; o vereador de Lauro de Freitas, Edilson Ferreira; representantes do PT e do PC do B; a presidente do PRB Mulher do município de Simões Filho, Albertina Maia.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
CONSUMO INFANTIL E A TRANSFORMAÇÃO DO CORPO
A partir da revolução indústria, as empresas passaram a fabricar intensamente seus produtos com a finalidade de suprir a necessidade do mercado capitalista e consumista, com o fim da Segunda Guerra Mundial, essa produção intensificou, pois, foi o momento de erguer o mercado e aprofundar em novas conquistas e objetivos, desta forma, os produtos industrializados tomam conta do mercado de forma mais acessível, influenciando e intensificando o habito de consumo. Claparéde (2008) diz que toda conduta é ditada por um interesse: toda ação consiste em atingir o objetivo que é mais urgente naquele momento determinado. Portanto, os momentos acima citados foram de interesse capitalista e consumista.
Na atualidade percebemos que o habito de compras e vendas é vista como competição, ou seja, cada pessoa procura se destacar da melhor forma possível, através da aparência, mesmo que tenha que modificar o seu próprio corpo, e que esteja usado produto que não seja do seu agrado, o que realmente interessa, é a inserção na sociedade. Exemplo: você só estará bem vestido se estiver usando uma grife, será modelo se for magra.
Fonte: Google
Pode-se dizer que, de modo panorâmico, ao longo do século XX o corpo passa por três estatutos culturais básicos: o corpo representado visto e descrito pelo olhar do outro, da igreja, do estado, do artista; o corpo representante, um corpo ativo, autônomo quanto às suas práticas, consciente do seu poder político e revolucionário, porta voz do discurso de uma geração, contestador, sujeito desse próprio discurso e agente propositor e defensor de reformas que vão da sexualidade à política. Finalmente temos o corpo apresentador de si mesmo, aparentemente a serviço de uma cultura que se pauta pelo efêmero e pelo imediato, caracterizado como porta-voz de forma e não de conteúdos. (FONTES 2006, p.7).
Diante deste ato de mudança e transformação desperta o interesse no publico infantil, pois, as crianças na maioria das vezes são reflexos dos adultos, eles repetem o que vem. Hoje observamos crianças que parecem um adulto em miniatura com vestes e costumes desnecessária a sua faixa etária. De acordo o contexto histórico do período medieval, durante muito tempo, a criança era tratada como adulto em relação as suas vestes, mas com a evolução do pensamento pedagógico e o idealismo de Rousseau (2008) que enfatizou no seu livro Emilio, que a criança deveria ser educada, sobretudo em liberdade e viver cada fase da infância na plenitude de seus sentidos.
Fonte: Google
Na sociedade contemporânea, presenciamos crianças vivendo como nos tempos passados, no período medieval as crianças eram obrigadas a vestir e comportarem-se como adultos, hoje, se vestem por vontade própria, no período revolucionário das indústrias as crianças trabalhavam para sobreviver, hoje, estão fora das indústrias, mas, nas ruas das cidades com seus limpadores de pára-brisas e seus sacos de balas para vender.
Temos hoje uma infância perdida, sem limites e obcecadas pelo consumismo, sendo a ser prejudicial a sua saúde, como os obesos por exagero alimentar, tudo isso devido à falta de limite de consumo, observamos isto no documentário: Criança alma do negocio, onde destaca crianças afastadas do mundo natural e vivenciando o mundo industrializado.
As brincadeiras de rodas e os brinquedos de madeira foram trocados pelos videogames e os brinquedos eletrônicos. As crianças estão mais exigentes e sabem o que querem, determinam condições a seus pais e até mesmo aos educadores. A televisão, os desenhos e principalmente os anúncios de comerciais ganham destaque na vida das crianças como nunca. Percebemos as suas preferências por determinadas marcas, são exigentes quanto às roupas que usam e a maioria delas gostariam de ganhar mais coisas do que seus pais lhes dão.
Concluímos que as crianças estão imersas no mundo da indução e persuasão das mídias, que proporcionam anúncios e propagandas para induzir o público infantil, no qual seus objetivos são alcançados, pois, presenciamos um mundo infantil transformado e inserido na sociedade de consumo.
BIBLIOGRAFIA
FONTES, Malu. Os Percursos do Corpo na Cultura Contemporânea. 2006.
IMAGENS: WWW.google.com.br
CLAPARÉDE, Édouard. Revista nova escola. Grandes pensadores. Abril, julho 2008.
ROUSSEAU, Jean Jacques. Nova escola. Grandes pensadores. Abril, julho 2008.
VÍDEO: http://www.youtube.com/watch?v=dX-ND0G8PRU
CRÉDITOS
Sebastiana de Barros Vilas Boas
Pedagoga - FAC
Professora Rede Municipal de Ensino de Salvador - SMEC
Especialização - Tecnologia e Novas Educações - UFBA
VÍDEO: http://www.youtube.com/watch?v=dX-ND0G8PRU
CRÉDITOS
Sebastiana de Barros Vilas Boas
Pedagoga - FAC
Professora Rede Municipal de Ensino de Salvador - SMEC
Especialização - Tecnologia e Novas Educações - UFBA
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
WEBQUEST
TEMA: Fotografia
INTRODUÇÃO
A imagem é fundamental para o contexto da comunicação,pois, possibilita a compreensão, assimilação e a leitura do seus significados. Atualmente percebemos alunos com celulares fotografando a todo instante, parece ser o lazer preferido. Portanto, esta webquest será direcionada a fotografias observadas (pessoas, animais, paisagem, o belo e o feio etc.), com o objetivo de apreciação e exposição estimulando os envolvidos a pensar nas imagens a partir dos outros sentidos.
TAREFA
Fazer levantamento prévio dos lugares a serem fotografados
Estruturar um percurso
Usar máquinas fotográficas e celulares
Percorrer todo espaço estruturado da escola para fotografar
PROCESSO
Exposição através de vídeos, folhetos informativos e cartazes
FONTE DE INFORMAÇÃO
AVALIAÇÃO
Através da participação, interação e relatos de experiencia
CONCLUSÃO
A busca ao novo e as descoberta são os interesses de muitos, portanto, esperam-se dos alunos, organização, interesse e participação na busca de novas imagens, com a finalidade de apreciação e valorização das mesmas.
CRÉDITOS
Sebastiana B. Vilas Boas
Pedagoga/ Professora
CRÉDITOS
Sebastiana B. Vilas Boas
Pedagoga/ Professora
sexta-feira, 18 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Ninguém te ama como Eu
O Senhor Jesus, deu a sua vida para nos salvar, doou todo seu sangue, e diante de todo sofrimento, nos pediu para amar uns aos outros. Você tem feito o que ele te pediu? Tem ajudado os enfermos, encarcerados, viciados e os famintos? Quantas almas você ajudou salvar este ano para o Senhor Jesus?
Pense nisso, pare um pouco deixe de lado seus afazeres e olhe pra quem esta ao seu lado, pode ser alguém da sua família, um vizinho, ou alguém que você nunca viu apenas esta do seu lado: num bar, restaurante, praia, na rua etc., um sorriso, um bom dia, um boa tarde ou uma boa noite, pequenos gestos pode salvar uma vida.
Pense!
Reflita!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Aprender a aprender
Aprender a aprender através das trocas de experiência com o outro, mesmo que seja com o desconhecido, como é o caso da figura do monstro no vídeo, que transmite o seu conhecimento ea aprendiz, aprende o desconhecido. Pois, o que é desconhecido hoje será o conhecido de amanhã possibilitando a compartilha e a interação.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
MEUS TRABALHOS SOCIAIS / VOLUNTÁRIO
AÇÃO SOCIAL EM BAIRROS CARENTES
PROCURO FAZER O QUE O SENHOR JESUS NOS ENSINA, AJUDAR O PRÓXIMO
DURANTE AS AÇOES SOCIAIS
ATENDIMENTO JURÍDICO
SERVIÇOS PRESTADO A COMUNIDADE
PASSEATA DE COMBATE A DENGUE
CAPACITAÇÃO NO HEMOBA PARA MULTIPLICADOR
CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE
AÇÃO SOCIAL NO BAIRRO DE AREIA BRANCA
SANTA LUZIA QUADRA 07 CIA I
QUADRA 06 CIA I / JUNHO
OUTUBRO NA QD. 06
COLABORAÇÃO DA EBI ( Ecolinha Biblica Infantil)
VOLUNTÁRIA MASSOTERAPEUTA
GRUPOS QUE LIDERO: VISITA A HOSPITAL
GRUPO: RESGATE
GRUPO DE SENHORAS
EVANGELIZAÇÃO
GRUPO: VISITA AO LAR
GRUPO: UNIVERSITÁRIO
GRUPO: PREPARAÇÃO ESPIRITUAL
GRUPO: MULTIPLICADORAS DO HEMOBA
GRUPO DE SENHORAS DESENVOLVENDO ATIVIDADES
"AQUELE QUE AMA A SEU IRMÃO ESTA NA LUZ, E NELE NÃO HÁ ESCÂNDALO" ( I JOÃO 2-10)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
FELIZ ANO NOVO
Que a luz do Senhor Jesus possa brilhar em seus corações todos os
dias do ano que se inicia.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
TAPSCOTT. Don – A hora da geração digital
REPENSANDO A EDUCAÇÃO: OS ESTUDANTES DA GERAÇÃO INTERNET
Os jovens da Geração Internet cresceram em um ambiente digital e estão vivendo no século XXI, mas o sistema educacional em muitos lugares está pelo monos anos atrasado. O modelo de educação que ainda prevalece hoje projetado para a Era Industrial. É centrado no professor, que dá uma aula padronizada, unidirecional. Isso pode ter sido bom para a economia de produção em massa, mas não funciona mais para os desafios da economia digital, ou para a mente da Geração Internet.
DUAS GERAÇÕES: UMA PROSPERA, A OUTRA FRACASSADA
Quase metade dos jovens que se matriculam no ensino superior com altas expectativas de futuro e muitas vezes com um grande empréstimo educacional, abandona o curso ou não consegue terminá-lo no prazo de seis anos. Ainda é mais triste ver o que esta acontecendo nas escolas de ensino médio. Um terço de todos os americanos abandonam os estudos antes de terminar o ensino médio. Segundo alguns analistas, o problema da evasão escolar está piorando.
REFLEXÃO
Os americanos não são os únicos a ter o perfil de educação como é citada no texto, a realidade é presente em muitos lugares, jovens desistindo de realizar seus sonhos de concluir o ensino superior ou até mesmo o médio, os motivos, são diversos mas, os predominantes são os econômicos e a dificuldade de inserção e a falta de motivação em sala de aula. A cada dia mais jovens desvirtua seus caminhos se ausentando das salas de aulas, muitos, não suportam mais a educação vertical, unidirecional na qual, o professor é detentor do saber e do conhecimento. Os jovens de hoje são jovens da geração internet que conhecem o ambiente virtual interativo, dinâmico e criativo, bem mais interessante que o da sala de aula.
Vídeo Ética Hacker
Vídeo produzido por mim e a colega Geane Souza e idealizado pela professora Adriane Lizbehd Halmann da disciplina A dimensão estruturante da tecnologia do curso de pós-graduação em Tecnologia e Novas Educações da UFBA.
Aconteceu na FACED nos dias 18 e 19 de outubro o evento acima citado, onde falou dos hacker e as colaborações para a difusão de conhecimentos, o palestrante: Alexandre Oliva ( FSFLA) fala sobre a Ética Hacker e o desenvolvimento do software. Gostei do que ele falou, onde diz que todos nós somo um hacker, quando copiamos e colaboramos com o desenvolvimento tecnólogico.Também esteve presente Sérgio Amaral ( Unicamp), Sérgio Amadeu da Silveira ( UFABC) como palestrantes. Rádio Educadora, TV Educativa da Bahia, o professor Nelson Pretto.
Um jeito hacker de ser
Algumas palavras ganham o imaginário popular por conta de um intenso uso pela mídia, mas com significados equivocados, quase que opostos aos seus sentidos originais. Para a maioria, os hackers são aqueles nerds que invadem os computadores para roubarem senhas, dinheiro ou realizarem operações fraudulentas. A palavra hacker, contudo, surge no meio dos programadores de computador para designar aqueles que se dedicam com entusiasmo ao que fazem nesse campo. Steven Levy, em um interessante livro sobre a história da computação, afirma que os hackers trabalham de forma aficcionada para “tomar as máquinas em suas mãos para melhorar as próprias máquinas e o mundo”.
Foi o esforço coletivo e colaborativo dessa turma que possibilitou a criação e a presença da internet em quase todo o planeta. No entanto, muito ainda se tem que avançar em termos de políticas públicas para que, de fato, todos as classes sociais tenham acesso a ela. No Brasil, são importantes as ações do governo federal, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e o projeto “Um Computador por Aluno” (UCA), este em implantação em fase piloto, em diversos estados brasileiros. Também merecem destaques as discussões sobre o Marco Civil da Internet e a necessária reforma da Lei de Direito Autoral que, depois da recente consulta pública, deverá ser consolidada e encaminhada ao Congresso.
Iniciativas como essas, contudo, precisam estar acompanhadas de uma reflexão mais profunda sobre os valores éticos contemporâneos. Isso porque não podemos pensar na utilização dessas redes simplesmente com o objetivo de transformar cada cidadão em apenas mais um mero consumidor, seja de produtos ou de informações. Pensar para além dessa estreita lógica do consumo é um desafio cotidiano e tem nos movido a pesquisar sobre a temática da chamada “ética hacker”, expressão cunhada pelo filósofo finlandês Pekka Himanen em livro de mesmo nome.
Nosso pressuposto é que uma nova cultura se estabelece a partir da forma de trabalhar dessa turma, tendo a paixão, o trabalho solidário e colaborativo como elementos socialmente necessários para a construção de um mundo sustentável. Essa forma de trabalhar – exemplarmente representada pelas bem sucedidas iniciativas do movimento software livre com o desenvolvimento do sistema operacional GNU/Linux, da Wikipedia, entre tantos outras – vem demonstrando que a sua motivação reside no alcance social de suas ações. Assim, pensamos a cultura hacker como um novo campo de luta pela socialização dos bens culturais e científicos, a partir do resgate do trabalho colaborativo e apaixonado, do incentivo à circulação plena de ideias e descobertas, do livre acesso ao conhecimento e a intensificação da criação.
A troca permanente de informações e conhecimentos possibilita a implantação de um círculo virtuoso de produção coletiva, inspirado na ideia de que conhecimento e cultura não são bens tangíveis e escassos, que ao serem consumidos se exaurem. Ao contrário, quanto mais eles circulam e são trocados, mais a criação é estimulada. Atribui-se a Bernard Shaw uma excelente frase que serve de metáfora para essa discussão: “Se você tem uma maçã e eu tenho uma maça, e nós trocamos as maçãs, então você e eu teremos uma maça. Mas se você tem uma ideia e eu tenho um ideia, e nos trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias”. Complemento: cada um de nós terá pelo menos duas ideias, pois nada melhor do que a troca de ideias para a criação de muitas outras.
Assim, entretenimento, trabalho, cultura, educação, ciência, tecnologia, enfim, todos os campos podem e devem estar imersos nesses princípios, onde o prazer do fazer seja o grande combustível de todos, tendo a solidariedade, a generosidade e a mobilização colaborativa como forma de pensar e agir na construção de uma sociedade justa e democrática. Assumir na sua plenitude o nosso ativista jeito hacker de ser constitui-se uma atitude política de inserção social nessa rede.
Enviado para o jornal A Tarde em 17.10.2010.
Publicado em 25.10.2010, pag. 02.
Página do jornal, em pdf.
Foi o esforço coletivo e colaborativo dessa turma que possibilitou a criação e a presença da internet em quase todo o planeta. No entanto, muito ainda se tem que avançar em termos de políticas públicas para que, de fato, todos as classes sociais tenham acesso a ela. No Brasil, são importantes as ações do governo federal, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e o projeto “Um Computador por Aluno” (UCA), este em implantação em fase piloto, em diversos estados brasileiros. Também merecem destaques as discussões sobre o Marco Civil da Internet e a necessária reforma da Lei de Direito Autoral que, depois da recente consulta pública, deverá ser consolidada e encaminhada ao Congresso.
Iniciativas como essas, contudo, precisam estar acompanhadas de uma reflexão mais profunda sobre os valores éticos contemporâneos. Isso porque não podemos pensar na utilização dessas redes simplesmente com o objetivo de transformar cada cidadão em apenas mais um mero consumidor, seja de produtos ou de informações. Pensar para além dessa estreita lógica do consumo é um desafio cotidiano e tem nos movido a pesquisar sobre a temática da chamada “ética hacker”, expressão cunhada pelo filósofo finlandês Pekka Himanen em livro de mesmo nome.
Nosso pressuposto é que uma nova cultura se estabelece a partir da forma de trabalhar dessa turma, tendo a paixão, o trabalho solidário e colaborativo como elementos socialmente necessários para a construção de um mundo sustentável. Essa forma de trabalhar – exemplarmente representada pelas bem sucedidas iniciativas do movimento software livre com o desenvolvimento do sistema operacional GNU/Linux, da Wikipedia, entre tantos outras – vem demonstrando que a sua motivação reside no alcance social de suas ações. Assim, pensamos a cultura hacker como um novo campo de luta pela socialização dos bens culturais e científicos, a partir do resgate do trabalho colaborativo e apaixonado, do incentivo à circulação plena de ideias e descobertas, do livre acesso ao conhecimento e a intensificação da criação.
A troca permanente de informações e conhecimentos possibilita a implantação de um círculo virtuoso de produção coletiva, inspirado na ideia de que conhecimento e cultura não são bens tangíveis e escassos, que ao serem consumidos se exaurem. Ao contrário, quanto mais eles circulam e são trocados, mais a criação é estimulada. Atribui-se a Bernard Shaw uma excelente frase que serve de metáfora para essa discussão: “Se você tem uma maçã e eu tenho uma maça, e nós trocamos as maçãs, então você e eu teremos uma maça. Mas se você tem uma ideia e eu tenho um ideia, e nos trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias”. Complemento: cada um de nós terá pelo menos duas ideias, pois nada melhor do que a troca de ideias para a criação de muitas outras.
Assim, entretenimento, trabalho, cultura, educação, ciência, tecnologia, enfim, todos os campos podem e devem estar imersos nesses princípios, onde o prazer do fazer seja o grande combustível de todos, tendo a solidariedade, a generosidade e a mobilização colaborativa como forma de pensar e agir na construção de uma sociedade justa e democrática. Assumir na sua plenitude o nosso ativista jeito hacker de ser constitui-se uma atitude política de inserção social nessa rede.
Enviado para o jornal A Tarde em 17.10.2010.
Publicado em 25.10.2010, pag. 02.
Página do jornal, em pdf.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
RESENHA DO LIVRO: ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO internet, diversidade cultural e tecnologias do poder
Pretto, Nelson De Luca. Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder/ Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira: organizadores. – Salvador: EDUFBA, 2008. 232 P.
Nelson De Luca Pretto nasceu no Rio Grande do Sul e passou a residir na Bahia aos 11 anos de idade é Licenciado em Física pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Educação também pela UFBA e Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. É professor associado da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Coordena o grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias. Foi diretor da Faculdade de Educação de UFBA por dois mandatos e é o editor da Revista da Faced. Com prolífera carreira no magistério, Nelson Pretto tem sido um pesquisador de intensa produção teórica, reconhecimento nacional e grande capacidade criativa nas áreas de educação, comunicação e informática, com contribuições importantes na televisão educativa / Sergio Amadeu da Silveira Graduado em Ciências Sociais, mestre em Ciência Política pela. Atualmente, professor permanente da Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero. Tem experiência na área de Tecnologia da Informação e Política Tecnológica. A Comunicação Mediada por Computador e a teoria da propriedade dos bens imateriais. Desenvolve trabalhos nos seguintes temas: inclusão sociodigital, tecnologia da informação e comunicação, economia informacional, cidadania digital e internet.
O Livro “Além das redes de colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder” escrito por Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira e organizadores, contêm 232 páginas, e foi produzido em 2008. Após uma coletânea de diversos textos de diversos autores: ativistas, militantes, pesquisadores e intelectuais do Brasil e da América Latina. O mesmo é fruto de um Fórum Internacional de Software Livre que aconteceu em 2007, no Rio Grande do Sul e Norte, através de encontro presencial e chats. Que buscou a decodificação das tendências culturais contemporâneas, em suas expressões artísticas, tecnocientíficas e político-ideológicas. Para debater os padrões contemporâneos de emancipação, e discutir o atual aprisionamento das subjetividades, ou seja, os riscos e exageros do controle do conhecimento e da informática de dominação, além de alertar sobre a ampliação do compartilhamento e simultaneamente combatida pela expansão da propriedade sobre a cultura e pela ideologia da neutralidade tecnológica. A proposta foi trabalhar a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, jamais construídas na história da humanidade e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
Os autores procuram compreender as relações que não pertencem ao senso comum, mas que precisam propagar-se no cotidiano das discussões sociais, uma vez que nos parece ser fundamental promover contextos comunicacionais em que possamos esclarecer uma série de conexões, que antes eram vistas como tipicamente técnicas, no esforço de ampliarmos as competências comunicativas da sociedade, com a finalidade de requalificar a esfera pública em uma era informacional, da cibercultura e da biopolítica, em uma sociedade em rede em conflito reconfigurante com a expansão de um capitalismo cognitivo.
A idéia principal da obra é mostrar as possibilidades e potencialidades das recombinações e as relações entre coisas aparentemente distintas e distantes. Politizando as tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura. Através de diversos textos de diversos autores, desta forma, as reconfigurações e recombinações tecnológicas estruturadas pela sociedade informacional, o decifrar nos códigos, nas arquiteturas de rede, nos protocolos e padrões tecnológicos e as determinações políticas com suas implicações socioculturais, da sociedade potencialmente hiperconectada, a cultura vive as possibilidades da colaboração, do ativismo em torno do compartilhamento do conhecimento e, simultaneamente, os conflitos nascidos das tentativas de controle e manutenção da velha indústria cultura, o que se buscou foi estabelecer a relação da educação com as tecnologias, com as novas exigências para a formação ética e para a autonomia política.
Para os autores, a expressão máxima da era informacional prolifera no ciberespaço uma cultura da remixagem, as grandes companhias do mundo industrial lutam pelo controle dos códigos. O avanço das práticas recombinantes na rede é contraposto com as medidas de enrijecimento e controle da propriedade das idéias. Uma intensa articulação entre os elementos que compõem um dos mais importantes embates da era informacional, entre os defensores da liberdade do conhecimento e os agentes dos instituídos modelos totalitários, concentradores de riqueza e poder, foi buscada ao longo dos debates que alimentaram este livro a discussão que passa, necessariamente, pelo terreno do controle dos códigos, sejam eles conhecimentos sobre as formas de reprodução da vida, sejam algoritmos de intermediação da comunicação humana.
Segundo os autores, as redes digitais estão transformando modos, práticas, costumes, realidades virtualizadas, alternativas lúdicas, a intensificação da interatividade demonstram que as formas de apreciação das artes e o entretenimento passivo estão sendo substituídos pelo ativismo lúdico nos games, nos filmes-processos, na montagem distribuída e colaborativa de obras de tecnoarte. Surgem novas possibilidades e conflitos do audiovisual, da produção musical, da literatura distribuída, dos softwares abertos e livres, das simulações em um ambiente crescentemente permeado pela cultura da convergência e pela mobilidade crescente. Diante da esfera pública conectada, o digital reinventa e impacta a instituída mídia e suas expressões analógicas a transformação dos espaços por onde transitam as ondas de rádio em vias públicas, a superação das formas analógicas de distribuição de freqüências radioelétricas, pensadas para a realidade tecnológica e política do início do século XX.
Propõe tratar o espectro não como uma propriedade privada ou concedida a agentes privados, mas como uma via pública na qual todos poderão transitar. O digital permite questionar a escassez do espectro e fragiliza a idéia de interferência e ruído. Em tempos de intensa digitalização da produção simbólica da humanidade, é preciso pensar a política de regulação e as transformações na esfera pública, que agora vai constituindo-se como a conexão de espaços móveis, locais-transnacionais e espacialmente distribuídos. Nesse contexto, buscou-se superar a discussão da montagem de uma TV digital dentro dos marcos do analógico, pensando como a cultura da convergência pode contribuir na formação de uma rede pública de “envio-e-recebimento” de todos, a qual estará vinculada à crescente presença da web TV, bem como apontará a enorme dificuldade de manter a diversidade cultural em um cenário de crise da idéia de audiência e de riscos de predomínio da microprodução “do mesmo”.
A trajetória da evolução tecnológica no livro observa-se a Fase da indiferença onde a religião predominava como detentora do saber e da verdade, onde o homem era deixado de lado, e o desejo de muitos era punido, em seguida a Fase do conforto, onde a ciência substitui a religião no monopólio da verdade, e a tecnologia faz do homem um Deus na administração racional do mundo a fase do século testemunhou uma nova revolução na área da comunicação sentido único, dos produtores para um número indefinido de receptores potenciais. Fase da ubiqüidade, ubíqua (que se dá em toda parte) acaba gerando uma sensação de se estar onipresente. “A onipresença se dá pela possibilidade de estar conectado a vários espaços simultaneamente, surgindo a cibercultura da informação e da comunicação, através do acervo não-rossio, ou seja, onde temos o acesso livre para usá-los: através da conexão e iteração no espaço virtual. Diante da evolução e do espaço aberto, surgem os confrontos entre colaboração e competição a proteção dos direitos de cópia; e o controle de acesso precisou de Cultura digital e educação de redes já. Pois, convivemos com o modelo de pirâmide social, no qual uma grande base de excluídos sustenta alguns poucos privilegiados situados no topo da pirâmide socioeconômica, modelo esse que se repete, no caso do acesso ao chamado mundo da cibercultura. As propriedades e utilidades “dessas redes” têm servido como metáfora para a reflexão sobre princípios de organização social, política, econômica, cultural e educacional através do sistema midiático. Pois, a cultura digital é um espaço aberto de vivência dessas novas formas de relação social no espaço planetário. O exercício das mais diversas atividades humanas está alterado pela transversalidade com que se produz a cultura digital.
As dimensões de criação, produção e difusão de idéias são potencializadas pelo modo como as diferentes culturas se manifestam e operam na sociedade em rede, podendo se constituir naquilo que faz necessário. As novas tecnologias nos possibilitaram capturar e compartilhar o conhecimento mais facilmente, e inclusive nos permitiu aumentar essa coletividade criativa, trazendo cada vez mais grupos, mais indivíduos de diferentes culturas para a mesa criadora de idéias. Mas essas possibilidades cada vez nos propõem mais desafios: a exclusão, a exploração, a violência, o crime e a injustiça não podem ser vistos como fenômenos sociais sem a relação com as tecnologias, e as tecnologias não podem ser consideradas neutras ou não-afetadas.
Esta obra é recomendada para todos os profissionais da área educacional, comunicacional, social e tecnológica que visa uma tecnologia sem fronteira, sem exclusão, sem violência e principalmente sem a exploração dos ditos “donos” do poder e da informação.
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Sebastiana B.Vilas Boas. Pedagoga com habilitação em Gestão Educacional -Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Candeias FAC, Difusão do Conhecimento ( aluna especial 2005) UFBA, Especialização em Tecnologias e Novas Educações UFBA ( cursando), Professora da rede Municipal de Ensino de Salvador- SECULT.
O Livro “Além das redes de colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder” escrito por Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira e organizadores, contêm 232 páginas, e foi produzido em 2008. Após uma coletânea de diversos textos de diversos autores: ativistas, militantes, pesquisadores e intelectuais do Brasil e da América Latina. O mesmo é fruto de um Fórum Internacional de Software Livre que aconteceu em 2007, no Rio Grande do Sul e Norte, através de encontro presencial e chats. Que buscou a decodificação das tendências culturais contemporâneas, em suas expressões artísticas, tecnocientíficas e político-ideológicas. Para debater os padrões contemporâneos de emancipação, e discutir o atual aprisionamento das subjetividades, ou seja, os riscos e exageros do controle do conhecimento e da informática de dominação, além de alertar sobre a ampliação do compartilhamento e simultaneamente combatida pela expansão da propriedade sobre a cultura e pela ideologia da neutralidade tecnológica. A proposta foi trabalhar a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, jamais construídas na história da humanidade e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
Os autores procuram compreender as relações que não pertencem ao senso comum, mas que precisam propagar-se no cotidiano das discussões sociais, uma vez que nos parece ser fundamental promover contextos comunicacionais em que possamos esclarecer uma série de conexões, que antes eram vistas como tipicamente técnicas, no esforço de ampliarmos as competências comunicativas da sociedade, com a finalidade de requalificar a esfera pública em uma era informacional, da cibercultura e da biopolítica, em uma sociedade em rede em conflito reconfigurante com a expansão de um capitalismo cognitivo.
A idéia principal da obra é mostrar as possibilidades e potencialidades das recombinações e as relações entre coisas aparentemente distintas e distantes. Politizando as tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura. Através de diversos textos de diversos autores, desta forma, as reconfigurações e recombinações tecnológicas estruturadas pela sociedade informacional, o decifrar nos códigos, nas arquiteturas de rede, nos protocolos e padrões tecnológicos e as determinações políticas com suas implicações socioculturais, da sociedade potencialmente hiperconectada, a cultura vive as possibilidades da colaboração, do ativismo em torno do compartilhamento do conhecimento e, simultaneamente, os conflitos nascidos das tentativas de controle e manutenção da velha indústria cultura, o que se buscou foi estabelecer a relação da educação com as tecnologias, com as novas exigências para a formação ética e para a autonomia política.
Para os autores, a expressão máxima da era informacional prolifera no ciberespaço uma cultura da remixagem, as grandes companhias do mundo industrial lutam pelo controle dos códigos. O avanço das práticas recombinantes na rede é contraposto com as medidas de enrijecimento e controle da propriedade das idéias. Uma intensa articulação entre os elementos que compõem um dos mais importantes embates da era informacional, entre os defensores da liberdade do conhecimento e os agentes dos instituídos modelos totalitários, concentradores de riqueza e poder, foi buscada ao longo dos debates que alimentaram este livro a discussão que passa, necessariamente, pelo terreno do controle dos códigos, sejam eles conhecimentos sobre as formas de reprodução da vida, sejam algoritmos de intermediação da comunicação humana.
Segundo os autores, as redes digitais estão transformando modos, práticas, costumes, realidades virtualizadas, alternativas lúdicas, a intensificação da interatividade demonstram que as formas de apreciação das artes e o entretenimento passivo estão sendo substituídos pelo ativismo lúdico nos games, nos filmes-processos, na montagem distribuída e colaborativa de obras de tecnoarte. Surgem novas possibilidades e conflitos do audiovisual, da produção musical, da literatura distribuída, dos softwares abertos e livres, das simulações em um ambiente crescentemente permeado pela cultura da convergência e pela mobilidade crescente. Diante da esfera pública conectada, o digital reinventa e impacta a instituída mídia e suas expressões analógicas a transformação dos espaços por onde transitam as ondas de rádio em vias públicas, a superação das formas analógicas de distribuição de freqüências radioelétricas, pensadas para a realidade tecnológica e política do início do século XX.
Propõe tratar o espectro não como uma propriedade privada ou concedida a agentes privados, mas como uma via pública na qual todos poderão transitar. O digital permite questionar a escassez do espectro e fragiliza a idéia de interferência e ruído. Em tempos de intensa digitalização da produção simbólica da humanidade, é preciso pensar a política de regulação e as transformações na esfera pública, que agora vai constituindo-se como a conexão de espaços móveis, locais-transnacionais e espacialmente distribuídos. Nesse contexto, buscou-se superar a discussão da montagem de uma TV digital dentro dos marcos do analógico, pensando como a cultura da convergência pode contribuir na formação de uma rede pública de “envio-e-recebimento” de todos, a qual estará vinculada à crescente presença da web TV, bem como apontará a enorme dificuldade de manter a diversidade cultural em um cenário de crise da idéia de audiência e de riscos de predomínio da microprodução “do mesmo”.
A trajetória da evolução tecnológica no livro observa-se a Fase da indiferença onde a religião predominava como detentora do saber e da verdade, onde o homem era deixado de lado, e o desejo de muitos era punido, em seguida a Fase do conforto, onde a ciência substitui a religião no monopólio da verdade, e a tecnologia faz do homem um Deus na administração racional do mundo a fase do século testemunhou uma nova revolução na área da comunicação sentido único, dos produtores para um número indefinido de receptores potenciais. Fase da ubiqüidade, ubíqua (que se dá em toda parte) acaba gerando uma sensação de se estar onipresente. “A onipresença se dá pela possibilidade de estar conectado a vários espaços simultaneamente, surgindo a cibercultura da informação e da comunicação, através do acervo não-rossio, ou seja, onde temos o acesso livre para usá-los: através da conexão e iteração no espaço virtual. Diante da evolução e do espaço aberto, surgem os confrontos entre colaboração e competição a proteção dos direitos de cópia; e o controle de acesso precisou de Cultura digital e educação de redes já. Pois, convivemos com o modelo de pirâmide social, no qual uma grande base de excluídos sustenta alguns poucos privilegiados situados no topo da pirâmide socioeconômica, modelo esse que se repete, no caso do acesso ao chamado mundo da cibercultura. As propriedades e utilidades “dessas redes” têm servido como metáfora para a reflexão sobre princípios de organização social, política, econômica, cultural e educacional através do sistema midiático. Pois, a cultura digital é um espaço aberto de vivência dessas novas formas de relação social no espaço planetário. O exercício das mais diversas atividades humanas está alterado pela transversalidade com que se produz a cultura digital.
As dimensões de criação, produção e difusão de idéias são potencializadas pelo modo como as diferentes culturas se manifestam e operam na sociedade em rede, podendo se constituir naquilo que faz necessário. As novas tecnologias nos possibilitaram capturar e compartilhar o conhecimento mais facilmente, e inclusive nos permitiu aumentar essa coletividade criativa, trazendo cada vez mais grupos, mais indivíduos de diferentes culturas para a mesa criadora de idéias. Mas essas possibilidades cada vez nos propõem mais desafios: a exclusão, a exploração, a violência, o crime e a injustiça não podem ser vistos como fenômenos sociais sem a relação com as tecnologias, e as tecnologias não podem ser consideradas neutras ou não-afetadas.
Esta obra é recomendada para todos os profissionais da área educacional, comunicacional, social e tecnológica que visa uma tecnologia sem fronteira, sem exclusão, sem violência e principalmente sem a exploração dos ditos “donos” do poder e da informação.
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Sebastiana B.Vilas Boas. Pedagoga com habilitação em Gestão Educacional -Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Candeias FAC, Difusão do Conhecimento ( aluna especial 2005) UFBA, Especialização em Tecnologias e Novas Educações UFBA ( cursando), Professora da rede Municipal de Ensino de Salvador- SECULT.
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