Pensar em novas educações, é pensar de forma coletiva, abrangente, justa e igualitária valorizando os conceitos e objetivando a difusão de conhecimentos através de relatos e trocas de experiências. Então, sejam bem vindos ao espaço de interação e transformação educacional, espiritual e social.Enfim,de todas as coisas.
Quem sou eu
- Sebastiana Vilas Boas
- Pedagoga com habilitação em gestão educacional,especialista em Tecnologias e Novas Educações,líder regional dos grupos: evangelização e universitários da IURD,professora da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Salvador e uma serva do Senhor JESUS.
sexta-feira, 18 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Ninguém te ama como Eu
O Senhor Jesus, deu a sua vida para nos salvar, doou todo seu sangue, e diante de todo sofrimento, nos pediu para amar uns aos outros. Você tem feito o que ele te pediu? Tem ajudado os enfermos, encarcerados, viciados e os famintos? Quantas almas você ajudou salvar este ano para o Senhor Jesus?
Pense nisso, pare um pouco deixe de lado seus afazeres e olhe pra quem esta ao seu lado, pode ser alguém da sua família, um vizinho, ou alguém que você nunca viu apenas esta do seu lado: num bar, restaurante, praia, na rua etc., um sorriso, um bom dia, um boa tarde ou uma boa noite, pequenos gestos pode salvar uma vida.
Pense!
Reflita!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Aprender a aprender
Aprender a aprender através das trocas de experiência com o outro, mesmo que seja com o desconhecido, como é o caso da figura do monstro no vídeo, que transmite o seu conhecimento ea aprendiz, aprende o desconhecido. Pois, o que é desconhecido hoje será o conhecido de amanhã possibilitando a compartilha e a interação.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
MEUS TRABALHOS SOCIAIS / VOLUNTÁRIO
AÇÃO SOCIAL EM BAIRROS CARENTES
PROCURO FAZER O QUE O SENHOR JESUS NOS ENSINA, AJUDAR O PRÓXIMO
DURANTE AS AÇOES SOCIAIS
ATENDIMENTO JURÍDICO
SERVIÇOS PRESTADO A COMUNIDADE
PASSEATA DE COMBATE A DENGUE
CAPACITAÇÃO NO HEMOBA PARA MULTIPLICADOR
CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE
AÇÃO SOCIAL NO BAIRRO DE AREIA BRANCA
SANTA LUZIA QUADRA 07 CIA I
QUADRA 06 CIA I / JUNHO
OUTUBRO NA QD. 06
COLABORAÇÃO DA EBI ( Ecolinha Biblica Infantil)
VOLUNTÁRIA MASSOTERAPEUTA
GRUPOS QUE LIDERO: VISITA A HOSPITAL
GRUPO: RESGATE
GRUPO DE SENHORAS
EVANGELIZAÇÃO
GRUPO: VISITA AO LAR
GRUPO: UNIVERSITÁRIO
GRUPO: PREPARAÇÃO ESPIRITUAL
GRUPO: MULTIPLICADORAS DO HEMOBA
GRUPO DE SENHORAS DESENVOLVENDO ATIVIDADES
"AQUELE QUE AMA A SEU IRMÃO ESTA NA LUZ, E NELE NÃO HÁ ESCÂNDALO" ( I JOÃO 2-10)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
FELIZ ANO NOVO
Que a luz do Senhor Jesus possa brilhar em seus corações todos os
dias do ano que se inicia.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
TAPSCOTT. Don – A hora da geração digital
REPENSANDO A EDUCAÇÃO: OS ESTUDANTES DA GERAÇÃO INTERNET
Os jovens da Geração Internet cresceram em um ambiente digital e estão vivendo no século XXI, mas o sistema educacional em muitos lugares está pelo monos anos atrasado. O modelo de educação que ainda prevalece hoje projetado para a Era Industrial. É centrado no professor, que dá uma aula padronizada, unidirecional. Isso pode ter sido bom para a economia de produção em massa, mas não funciona mais para os desafios da economia digital, ou para a mente da Geração Internet.
DUAS GERAÇÕES: UMA PROSPERA, A OUTRA FRACASSADA
Quase metade dos jovens que se matriculam no ensino superior com altas expectativas de futuro e muitas vezes com um grande empréstimo educacional, abandona o curso ou não consegue terminá-lo no prazo de seis anos. Ainda é mais triste ver o que esta acontecendo nas escolas de ensino médio. Um terço de todos os americanos abandonam os estudos antes de terminar o ensino médio. Segundo alguns analistas, o problema da evasão escolar está piorando.
REFLEXÃO
Os americanos não são os únicos a ter o perfil de educação como é citada no texto, a realidade é presente em muitos lugares, jovens desistindo de realizar seus sonhos de concluir o ensino superior ou até mesmo o médio, os motivos, são diversos mas, os predominantes são os econômicos e a dificuldade de inserção e a falta de motivação em sala de aula. A cada dia mais jovens desvirtua seus caminhos se ausentando das salas de aulas, muitos, não suportam mais a educação vertical, unidirecional na qual, o professor é detentor do saber e do conhecimento. Os jovens de hoje são jovens da geração internet que conhecem o ambiente virtual interativo, dinâmico e criativo, bem mais interessante que o da sala de aula.
Vídeo Ética Hacker
Vídeo produzido por mim e a colega Geane Souza e idealizado pela professora Adriane Lizbehd Halmann da disciplina A dimensão estruturante da tecnologia do curso de pós-graduação em Tecnologia e Novas Educações da UFBA.
Aconteceu na FACED nos dias 18 e 19 de outubro o evento acima citado, onde falou dos hacker e as colaborações para a difusão de conhecimentos, o palestrante: Alexandre Oliva ( FSFLA) fala sobre a Ética Hacker e o desenvolvimento do software. Gostei do que ele falou, onde diz que todos nós somo um hacker, quando copiamos e colaboramos com o desenvolvimento tecnólogico.Também esteve presente Sérgio Amaral ( Unicamp), Sérgio Amadeu da Silveira ( UFABC) como palestrantes. Rádio Educadora, TV Educativa da Bahia, o professor Nelson Pretto.
Um jeito hacker de ser
Algumas palavras ganham o imaginário popular por conta de um intenso uso pela mídia, mas com significados equivocados, quase que opostos aos seus sentidos originais. Para a maioria, os hackers são aqueles nerds que invadem os computadores para roubarem senhas, dinheiro ou realizarem operações fraudulentas. A palavra hacker, contudo, surge no meio dos programadores de computador para designar aqueles que se dedicam com entusiasmo ao que fazem nesse campo. Steven Levy, em um interessante livro sobre a história da computação, afirma que os hackers trabalham de forma aficcionada para “tomar as máquinas em suas mãos para melhorar as próprias máquinas e o mundo”.
Foi o esforço coletivo e colaborativo dessa turma que possibilitou a criação e a presença da internet em quase todo o planeta. No entanto, muito ainda se tem que avançar em termos de políticas públicas para que, de fato, todos as classes sociais tenham acesso a ela. No Brasil, são importantes as ações do governo federal, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e o projeto “Um Computador por Aluno” (UCA), este em implantação em fase piloto, em diversos estados brasileiros. Também merecem destaques as discussões sobre o Marco Civil da Internet e a necessária reforma da Lei de Direito Autoral que, depois da recente consulta pública, deverá ser consolidada e encaminhada ao Congresso.
Iniciativas como essas, contudo, precisam estar acompanhadas de uma reflexão mais profunda sobre os valores éticos contemporâneos. Isso porque não podemos pensar na utilização dessas redes simplesmente com o objetivo de transformar cada cidadão em apenas mais um mero consumidor, seja de produtos ou de informações. Pensar para além dessa estreita lógica do consumo é um desafio cotidiano e tem nos movido a pesquisar sobre a temática da chamada “ética hacker”, expressão cunhada pelo filósofo finlandês Pekka Himanen em livro de mesmo nome.
Nosso pressuposto é que uma nova cultura se estabelece a partir da forma de trabalhar dessa turma, tendo a paixão, o trabalho solidário e colaborativo como elementos socialmente necessários para a construção de um mundo sustentável. Essa forma de trabalhar – exemplarmente representada pelas bem sucedidas iniciativas do movimento software livre com o desenvolvimento do sistema operacional GNU/Linux, da Wikipedia, entre tantos outras – vem demonstrando que a sua motivação reside no alcance social de suas ações. Assim, pensamos a cultura hacker como um novo campo de luta pela socialização dos bens culturais e científicos, a partir do resgate do trabalho colaborativo e apaixonado, do incentivo à circulação plena de ideias e descobertas, do livre acesso ao conhecimento e a intensificação da criação.
A troca permanente de informações e conhecimentos possibilita a implantação de um círculo virtuoso de produção coletiva, inspirado na ideia de que conhecimento e cultura não são bens tangíveis e escassos, que ao serem consumidos se exaurem. Ao contrário, quanto mais eles circulam e são trocados, mais a criação é estimulada. Atribui-se a Bernard Shaw uma excelente frase que serve de metáfora para essa discussão: “Se você tem uma maçã e eu tenho uma maça, e nós trocamos as maçãs, então você e eu teremos uma maça. Mas se você tem uma ideia e eu tenho um ideia, e nos trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias”. Complemento: cada um de nós terá pelo menos duas ideias, pois nada melhor do que a troca de ideias para a criação de muitas outras.
Assim, entretenimento, trabalho, cultura, educação, ciência, tecnologia, enfim, todos os campos podem e devem estar imersos nesses princípios, onde o prazer do fazer seja o grande combustível de todos, tendo a solidariedade, a generosidade e a mobilização colaborativa como forma de pensar e agir na construção de uma sociedade justa e democrática. Assumir na sua plenitude o nosso ativista jeito hacker de ser constitui-se uma atitude política de inserção social nessa rede.
Enviado para o jornal A Tarde em 17.10.2010.
Publicado em 25.10.2010, pag. 02.
Página do jornal, em pdf.
Foi o esforço coletivo e colaborativo dessa turma que possibilitou a criação e a presença da internet em quase todo o planeta. No entanto, muito ainda se tem que avançar em termos de políticas públicas para que, de fato, todos as classes sociais tenham acesso a ela. No Brasil, são importantes as ações do governo federal, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e o projeto “Um Computador por Aluno” (UCA), este em implantação em fase piloto, em diversos estados brasileiros. Também merecem destaques as discussões sobre o Marco Civil da Internet e a necessária reforma da Lei de Direito Autoral que, depois da recente consulta pública, deverá ser consolidada e encaminhada ao Congresso.
Iniciativas como essas, contudo, precisam estar acompanhadas de uma reflexão mais profunda sobre os valores éticos contemporâneos. Isso porque não podemos pensar na utilização dessas redes simplesmente com o objetivo de transformar cada cidadão em apenas mais um mero consumidor, seja de produtos ou de informações. Pensar para além dessa estreita lógica do consumo é um desafio cotidiano e tem nos movido a pesquisar sobre a temática da chamada “ética hacker”, expressão cunhada pelo filósofo finlandês Pekka Himanen em livro de mesmo nome.
Nosso pressuposto é que uma nova cultura se estabelece a partir da forma de trabalhar dessa turma, tendo a paixão, o trabalho solidário e colaborativo como elementos socialmente necessários para a construção de um mundo sustentável. Essa forma de trabalhar – exemplarmente representada pelas bem sucedidas iniciativas do movimento software livre com o desenvolvimento do sistema operacional GNU/Linux, da Wikipedia, entre tantos outras – vem demonstrando que a sua motivação reside no alcance social de suas ações. Assim, pensamos a cultura hacker como um novo campo de luta pela socialização dos bens culturais e científicos, a partir do resgate do trabalho colaborativo e apaixonado, do incentivo à circulação plena de ideias e descobertas, do livre acesso ao conhecimento e a intensificação da criação.
A troca permanente de informações e conhecimentos possibilita a implantação de um círculo virtuoso de produção coletiva, inspirado na ideia de que conhecimento e cultura não são bens tangíveis e escassos, que ao serem consumidos se exaurem. Ao contrário, quanto mais eles circulam e são trocados, mais a criação é estimulada. Atribui-se a Bernard Shaw uma excelente frase que serve de metáfora para essa discussão: “Se você tem uma maçã e eu tenho uma maça, e nós trocamos as maçãs, então você e eu teremos uma maça. Mas se você tem uma ideia e eu tenho um ideia, e nos trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias”. Complemento: cada um de nós terá pelo menos duas ideias, pois nada melhor do que a troca de ideias para a criação de muitas outras.
Assim, entretenimento, trabalho, cultura, educação, ciência, tecnologia, enfim, todos os campos podem e devem estar imersos nesses princípios, onde o prazer do fazer seja o grande combustível de todos, tendo a solidariedade, a generosidade e a mobilização colaborativa como forma de pensar e agir na construção de uma sociedade justa e democrática. Assumir na sua plenitude o nosso ativista jeito hacker de ser constitui-se uma atitude política de inserção social nessa rede.
Enviado para o jornal A Tarde em 17.10.2010.
Publicado em 25.10.2010, pag. 02.
Página do jornal, em pdf.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
RESENHA DO LIVRO: ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO internet, diversidade cultural e tecnologias do poder
Pretto, Nelson De Luca. Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder/ Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira: organizadores. – Salvador: EDUFBA, 2008. 232 P.
Nelson De Luca Pretto nasceu no Rio Grande do Sul e passou a residir na Bahia aos 11 anos de idade é Licenciado em Física pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Educação também pela UFBA e Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. É professor associado da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Coordena o grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias. Foi diretor da Faculdade de Educação de UFBA por dois mandatos e é o editor da Revista da Faced. Com prolífera carreira no magistério, Nelson Pretto tem sido um pesquisador de intensa produção teórica, reconhecimento nacional e grande capacidade criativa nas áreas de educação, comunicação e informática, com contribuições importantes na televisão educativa / Sergio Amadeu da Silveira Graduado em Ciências Sociais, mestre em Ciência Política pela. Atualmente, professor permanente da Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero. Tem experiência na área de Tecnologia da Informação e Política Tecnológica. A Comunicação Mediada por Computador e a teoria da propriedade dos bens imateriais. Desenvolve trabalhos nos seguintes temas: inclusão sociodigital, tecnologia da informação e comunicação, economia informacional, cidadania digital e internet.
O Livro “Além das redes de colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder” escrito por Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira e organizadores, contêm 232 páginas, e foi produzido em 2008. Após uma coletânea de diversos textos de diversos autores: ativistas, militantes, pesquisadores e intelectuais do Brasil e da América Latina. O mesmo é fruto de um Fórum Internacional de Software Livre que aconteceu em 2007, no Rio Grande do Sul e Norte, através de encontro presencial e chats. Que buscou a decodificação das tendências culturais contemporâneas, em suas expressões artísticas, tecnocientíficas e político-ideológicas. Para debater os padrões contemporâneos de emancipação, e discutir o atual aprisionamento das subjetividades, ou seja, os riscos e exageros do controle do conhecimento e da informática de dominação, além de alertar sobre a ampliação do compartilhamento e simultaneamente combatida pela expansão da propriedade sobre a cultura e pela ideologia da neutralidade tecnológica. A proposta foi trabalhar a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, jamais construídas na história da humanidade e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
Os autores procuram compreender as relações que não pertencem ao senso comum, mas que precisam propagar-se no cotidiano das discussões sociais, uma vez que nos parece ser fundamental promover contextos comunicacionais em que possamos esclarecer uma série de conexões, que antes eram vistas como tipicamente técnicas, no esforço de ampliarmos as competências comunicativas da sociedade, com a finalidade de requalificar a esfera pública em uma era informacional, da cibercultura e da biopolítica, em uma sociedade em rede em conflito reconfigurante com a expansão de um capitalismo cognitivo.
A idéia principal da obra é mostrar as possibilidades e potencialidades das recombinações e as relações entre coisas aparentemente distintas e distantes. Politizando as tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura. Através de diversos textos de diversos autores, desta forma, as reconfigurações e recombinações tecnológicas estruturadas pela sociedade informacional, o decifrar nos códigos, nas arquiteturas de rede, nos protocolos e padrões tecnológicos e as determinações políticas com suas implicações socioculturais, da sociedade potencialmente hiperconectada, a cultura vive as possibilidades da colaboração, do ativismo em torno do compartilhamento do conhecimento e, simultaneamente, os conflitos nascidos das tentativas de controle e manutenção da velha indústria cultura, o que se buscou foi estabelecer a relação da educação com as tecnologias, com as novas exigências para a formação ética e para a autonomia política.
Para os autores, a expressão máxima da era informacional prolifera no ciberespaço uma cultura da remixagem, as grandes companhias do mundo industrial lutam pelo controle dos códigos. O avanço das práticas recombinantes na rede é contraposto com as medidas de enrijecimento e controle da propriedade das idéias. Uma intensa articulação entre os elementos que compõem um dos mais importantes embates da era informacional, entre os defensores da liberdade do conhecimento e os agentes dos instituídos modelos totalitários, concentradores de riqueza e poder, foi buscada ao longo dos debates que alimentaram este livro a discussão que passa, necessariamente, pelo terreno do controle dos códigos, sejam eles conhecimentos sobre as formas de reprodução da vida, sejam algoritmos de intermediação da comunicação humana.
Segundo os autores, as redes digitais estão transformando modos, práticas, costumes, realidades virtualizadas, alternativas lúdicas, a intensificação da interatividade demonstram que as formas de apreciação das artes e o entretenimento passivo estão sendo substituídos pelo ativismo lúdico nos games, nos filmes-processos, na montagem distribuída e colaborativa de obras de tecnoarte. Surgem novas possibilidades e conflitos do audiovisual, da produção musical, da literatura distribuída, dos softwares abertos e livres, das simulações em um ambiente crescentemente permeado pela cultura da convergência e pela mobilidade crescente. Diante da esfera pública conectada, o digital reinventa e impacta a instituída mídia e suas expressões analógicas a transformação dos espaços por onde transitam as ondas de rádio em vias públicas, a superação das formas analógicas de distribuição de freqüências radioelétricas, pensadas para a realidade tecnológica e política do início do século XX.
Propõe tratar o espectro não como uma propriedade privada ou concedida a agentes privados, mas como uma via pública na qual todos poderão transitar. O digital permite questionar a escassez do espectro e fragiliza a idéia de interferência e ruído. Em tempos de intensa digitalização da produção simbólica da humanidade, é preciso pensar a política de regulação e as transformações na esfera pública, que agora vai constituindo-se como a conexão de espaços móveis, locais-transnacionais e espacialmente distribuídos. Nesse contexto, buscou-se superar a discussão da montagem de uma TV digital dentro dos marcos do analógico, pensando como a cultura da convergência pode contribuir na formação de uma rede pública de “envio-e-recebimento” de todos, a qual estará vinculada à crescente presença da web TV, bem como apontará a enorme dificuldade de manter a diversidade cultural em um cenário de crise da idéia de audiência e de riscos de predomínio da microprodução “do mesmo”.
A trajetória da evolução tecnológica no livro observa-se a Fase da indiferença onde a religião predominava como detentora do saber e da verdade, onde o homem era deixado de lado, e o desejo de muitos era punido, em seguida a Fase do conforto, onde a ciência substitui a religião no monopólio da verdade, e a tecnologia faz do homem um Deus na administração racional do mundo a fase do século testemunhou uma nova revolução na área da comunicação sentido único, dos produtores para um número indefinido de receptores potenciais. Fase da ubiqüidade, ubíqua (que se dá em toda parte) acaba gerando uma sensação de se estar onipresente. “A onipresença se dá pela possibilidade de estar conectado a vários espaços simultaneamente, surgindo a cibercultura da informação e da comunicação, através do acervo não-rossio, ou seja, onde temos o acesso livre para usá-los: através da conexão e iteração no espaço virtual. Diante da evolução e do espaço aberto, surgem os confrontos entre colaboração e competição a proteção dos direitos de cópia; e o controle de acesso precisou de Cultura digital e educação de redes já. Pois, convivemos com o modelo de pirâmide social, no qual uma grande base de excluídos sustenta alguns poucos privilegiados situados no topo da pirâmide socioeconômica, modelo esse que se repete, no caso do acesso ao chamado mundo da cibercultura. As propriedades e utilidades “dessas redes” têm servido como metáfora para a reflexão sobre princípios de organização social, política, econômica, cultural e educacional através do sistema midiático. Pois, a cultura digital é um espaço aberto de vivência dessas novas formas de relação social no espaço planetário. O exercício das mais diversas atividades humanas está alterado pela transversalidade com que se produz a cultura digital.
As dimensões de criação, produção e difusão de idéias são potencializadas pelo modo como as diferentes culturas se manifestam e operam na sociedade em rede, podendo se constituir naquilo que faz necessário. As novas tecnologias nos possibilitaram capturar e compartilhar o conhecimento mais facilmente, e inclusive nos permitiu aumentar essa coletividade criativa, trazendo cada vez mais grupos, mais indivíduos de diferentes culturas para a mesa criadora de idéias. Mas essas possibilidades cada vez nos propõem mais desafios: a exclusão, a exploração, a violência, o crime e a injustiça não podem ser vistos como fenômenos sociais sem a relação com as tecnologias, e as tecnologias não podem ser consideradas neutras ou não-afetadas.
Esta obra é recomendada para todos os profissionais da área educacional, comunicacional, social e tecnológica que visa uma tecnologia sem fronteira, sem exclusão, sem violência e principalmente sem a exploração dos ditos “donos” do poder e da informação.
_______________________________________
Sebastiana B.Vilas Boas. Pedagoga com habilitação em Gestão Educacional -Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Candeias FAC, Difusão do Conhecimento ( aluna especial 2005) UFBA, Especialização em Tecnologias e Novas Educações UFBA ( cursando), Professora da rede Municipal de Ensino de Salvador- SECULT.
O Livro “Além das redes de colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder” escrito por Nelson De Luca Pretto, Sérgio Amadeu da Silveira e organizadores, contêm 232 páginas, e foi produzido em 2008. Após uma coletânea de diversos textos de diversos autores: ativistas, militantes, pesquisadores e intelectuais do Brasil e da América Latina. O mesmo é fruto de um Fórum Internacional de Software Livre que aconteceu em 2007, no Rio Grande do Sul e Norte, através de encontro presencial e chats. Que buscou a decodificação das tendências culturais contemporâneas, em suas expressões artísticas, tecnocientíficas e político-ideológicas. Para debater os padrões contemporâneos de emancipação, e discutir o atual aprisionamento das subjetividades, ou seja, os riscos e exageros do controle do conhecimento e da informática de dominação, além de alertar sobre a ampliação do compartilhamento e simultaneamente combatida pela expansão da propriedade sobre a cultura e pela ideologia da neutralidade tecnológica. A proposta foi trabalhar a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, jamais construídas na história da humanidade e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
Os autores procuram compreender as relações que não pertencem ao senso comum, mas que precisam propagar-se no cotidiano das discussões sociais, uma vez que nos parece ser fundamental promover contextos comunicacionais em que possamos esclarecer uma série de conexões, que antes eram vistas como tipicamente técnicas, no esforço de ampliarmos as competências comunicativas da sociedade, com a finalidade de requalificar a esfera pública em uma era informacional, da cibercultura e da biopolítica, em uma sociedade em rede em conflito reconfigurante com a expansão de um capitalismo cognitivo.
A idéia principal da obra é mostrar as possibilidades e potencialidades das recombinações e as relações entre coisas aparentemente distintas e distantes. Politizando as tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura. Através de diversos textos de diversos autores, desta forma, as reconfigurações e recombinações tecnológicas estruturadas pela sociedade informacional, o decifrar nos códigos, nas arquiteturas de rede, nos protocolos e padrões tecnológicos e as determinações políticas com suas implicações socioculturais, da sociedade potencialmente hiperconectada, a cultura vive as possibilidades da colaboração, do ativismo em torno do compartilhamento do conhecimento e, simultaneamente, os conflitos nascidos das tentativas de controle e manutenção da velha indústria cultura, o que se buscou foi estabelecer a relação da educação com as tecnologias, com as novas exigências para a formação ética e para a autonomia política.
Para os autores, a expressão máxima da era informacional prolifera no ciberespaço uma cultura da remixagem, as grandes companhias do mundo industrial lutam pelo controle dos códigos. O avanço das práticas recombinantes na rede é contraposto com as medidas de enrijecimento e controle da propriedade das idéias. Uma intensa articulação entre os elementos que compõem um dos mais importantes embates da era informacional, entre os defensores da liberdade do conhecimento e os agentes dos instituídos modelos totalitários, concentradores de riqueza e poder, foi buscada ao longo dos debates que alimentaram este livro a discussão que passa, necessariamente, pelo terreno do controle dos códigos, sejam eles conhecimentos sobre as formas de reprodução da vida, sejam algoritmos de intermediação da comunicação humana.
Segundo os autores, as redes digitais estão transformando modos, práticas, costumes, realidades virtualizadas, alternativas lúdicas, a intensificação da interatividade demonstram que as formas de apreciação das artes e o entretenimento passivo estão sendo substituídos pelo ativismo lúdico nos games, nos filmes-processos, na montagem distribuída e colaborativa de obras de tecnoarte. Surgem novas possibilidades e conflitos do audiovisual, da produção musical, da literatura distribuída, dos softwares abertos e livres, das simulações em um ambiente crescentemente permeado pela cultura da convergência e pela mobilidade crescente. Diante da esfera pública conectada, o digital reinventa e impacta a instituída mídia e suas expressões analógicas a transformação dos espaços por onde transitam as ondas de rádio em vias públicas, a superação das formas analógicas de distribuição de freqüências radioelétricas, pensadas para a realidade tecnológica e política do início do século XX.
Propõe tratar o espectro não como uma propriedade privada ou concedida a agentes privados, mas como uma via pública na qual todos poderão transitar. O digital permite questionar a escassez do espectro e fragiliza a idéia de interferência e ruído. Em tempos de intensa digitalização da produção simbólica da humanidade, é preciso pensar a política de regulação e as transformações na esfera pública, que agora vai constituindo-se como a conexão de espaços móveis, locais-transnacionais e espacialmente distribuídos. Nesse contexto, buscou-se superar a discussão da montagem de uma TV digital dentro dos marcos do analógico, pensando como a cultura da convergência pode contribuir na formação de uma rede pública de “envio-e-recebimento” de todos, a qual estará vinculada à crescente presença da web TV, bem como apontará a enorme dificuldade de manter a diversidade cultural em um cenário de crise da idéia de audiência e de riscos de predomínio da microprodução “do mesmo”.
A trajetória da evolução tecnológica no livro observa-se a Fase da indiferença onde a religião predominava como detentora do saber e da verdade, onde o homem era deixado de lado, e o desejo de muitos era punido, em seguida a Fase do conforto, onde a ciência substitui a religião no monopólio da verdade, e a tecnologia faz do homem um Deus na administração racional do mundo a fase do século testemunhou uma nova revolução na área da comunicação sentido único, dos produtores para um número indefinido de receptores potenciais. Fase da ubiqüidade, ubíqua (que se dá em toda parte) acaba gerando uma sensação de se estar onipresente. “A onipresença se dá pela possibilidade de estar conectado a vários espaços simultaneamente, surgindo a cibercultura da informação e da comunicação, através do acervo não-rossio, ou seja, onde temos o acesso livre para usá-los: através da conexão e iteração no espaço virtual. Diante da evolução e do espaço aberto, surgem os confrontos entre colaboração e competição a proteção dos direitos de cópia; e o controle de acesso precisou de Cultura digital e educação de redes já. Pois, convivemos com o modelo de pirâmide social, no qual uma grande base de excluídos sustenta alguns poucos privilegiados situados no topo da pirâmide socioeconômica, modelo esse que se repete, no caso do acesso ao chamado mundo da cibercultura. As propriedades e utilidades “dessas redes” têm servido como metáfora para a reflexão sobre princípios de organização social, política, econômica, cultural e educacional através do sistema midiático. Pois, a cultura digital é um espaço aberto de vivência dessas novas formas de relação social no espaço planetário. O exercício das mais diversas atividades humanas está alterado pela transversalidade com que se produz a cultura digital.
As dimensões de criação, produção e difusão de idéias são potencializadas pelo modo como as diferentes culturas se manifestam e operam na sociedade em rede, podendo se constituir naquilo que faz necessário. As novas tecnologias nos possibilitaram capturar e compartilhar o conhecimento mais facilmente, e inclusive nos permitiu aumentar essa coletividade criativa, trazendo cada vez mais grupos, mais indivíduos de diferentes culturas para a mesa criadora de idéias. Mas essas possibilidades cada vez nos propõem mais desafios: a exclusão, a exploração, a violência, o crime e a injustiça não podem ser vistos como fenômenos sociais sem a relação com as tecnologias, e as tecnologias não podem ser consideradas neutras ou não-afetadas.
Esta obra é recomendada para todos os profissionais da área educacional, comunicacional, social e tecnológica que visa uma tecnologia sem fronteira, sem exclusão, sem violência e principalmente sem a exploração dos ditos “donos” do poder e da informação.
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Sebastiana B.Vilas Boas. Pedagoga com habilitação em Gestão Educacional -Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Candeias FAC, Difusão do Conhecimento ( aluna especial 2005) UFBA, Especialização em Tecnologias e Novas Educações UFBA ( cursando), Professora da rede Municipal de Ensino de Salvador- SECULT.
sábado, 27 de novembro de 2010
CONSCIÊNCIA NEGRA
CONSCIÊNCIA NEGRA
Sabemos que o dia 20 de novembro, é feriado para comemorarmos o dia da consciência negra. A sociedade para em determinado momento do ano para falar sobre consciência negra, será que o dia da consciência negra é apenas o 20 de novembro? Será que diante de tantos avanços intelectuais, mudanças sociais e políticas públicas referentes ao tema, ainda é preciso selecionar um dia ou uma semana para tratar do assunto? Reflita... O importante é que venhamos comemorar a todo instante, valorizando o outro e as diferenças, pois, para Deus não existe distinção de cor ou raça, pois, todos somos irmãos em Cristo Jesus.
CMEI ÁLVARO BAHIA
GRUPO III
Consciência diária
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Stand By Me | Playing For Change | Song Around the World
O vídeo nos faz refletir sobre a cibercultura no ciberespaço, ou seja, a difusão do conhecimento entre as nações. No mundo atual a tecnologia, a interação, a colaboração e o intercambio de culturas é cada vez maior e melhor, passando a envolver a todos no contexto das comunicações.
àfrica - fernanda Brum eu vou
O DEVER DO VERDADEIRO ATALAIA
A ti, pois, ó filho do homem, te constitui por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca e lhes dará aviso da minha parte.
Se eu disser ao perverso: Ó perverso, certamente, morrerás; e tu não falares, para avisar o perverso do seu caminho, morrerá esse perverso na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu demandarei de ti.
Mas, se falares ao perverso, para o avisar do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, morrerá ele na sua iniqüidade, mas tu livraste a tua alma. (Ezequiel 33: 7- 9)
MOSTRA PEDAGÓGICA CMEI ÁLVARO BAHIA 2010
MOSTRA PEDAGÓGICA
GRUPO III
TEMA: A ludicidade entre o real e o imaginário
- JOGOS E BRINCADEIRAS VIRTUAIS E PRESENCIAIS
- A LEITURA NOSSA DE CADA DIA (PERSONAGENS DO SITIO DO PICAPAU AMARELO)
- SEMANA DA CIENCIA E DA TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL
- CONSCIÊNCIA NEGRA ( AS TRANÇAS DE BINTOU )
domingo, 21 de novembro de 2010
O MOVIMENTO SOCIAL DA CIBERCULTURA
O MOVIMENTO SOCIAL DA CIBERCULTURA
É a interação com o outro através de mensagens, trocas e relatos de experiências, no contexto cibernético da informação e do conhecimento, formando uma cadeia de motivação e crescimento universal. Segundo Pierre Lévy o movimento se dar através da interconexão geral, comunidades virtuais e inteligência coletiva. Desta forma, o movimento continuo de interconexão rumo a uma comunicação interativa de todos com todos é em si mesmo um forte indicio de que a totalização não ocorrerá, que as fontes serão sempre mais heterogêneas , que os dispositivos mutagênicos e as linhas de fuga multiplir-se.
O CIBERISPAÇO OU A VIRTUALIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
“As redes de redes, como a Internet, permitem o acesso a um número enorme de conferencias eletrônica. As conferencias eletrônicas especificas da Internet são chamadas “newsgroups” ou “ news”. Ao dar visibilidade a estes grupos de discussão, que são feitos e desfeitos o tempo todo, o ciberispaço torna-se uma forma de contatar pessoas não mais em função de seu nome ou de sua posição geográfica, mas a partir de seus centros de interesses”.
A virtualização e a comunicação é como se fosse um sistema operacional inserido em nossos computadores, que temos quer clicar sempre que ligarmos o aparelho, ou seja, a necessidade de estarmos inseridos na virtualização e no contexto comunicacional,, é de fundamental importância para todos que estão que desejam a inserção na rede.
SOU O QUE SOU
“Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vidae nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz .As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.”
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.”
Clarice Lispector
sábado, 30 de outubro de 2010
QUERER É PODER
Todos nós somos capazes de pensar, idealizar e construir algo diferente daquilo que são as normas estabelecidas. As pessoas são diferentes na forma de pensar e agir, mas, todos são inteligentes nas suas áreas especificas.
A educação contemporânea oferece oportunidades de transformação e mudança, o que se percebe é um conjunto de idéias formadas por poucos, com a finalidade de preparar educadores para a formação de alunos e outros educadores. O que precisamos é de pessoas capazes de criar, inventar e ajudar a construir uma sociedade pensante e colaborativa. Como diz Nelson Pretto: Quando houve falar em EAD, ele diz que não esta preocupado em EAD e sim, em currículo, formação de professor e gestão da escola. Precisamos agir de forma rápida, eficaz e colaborativa.
domingo, 24 de outubro de 2010
SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA
A SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E O
JEITINHO BRASILEIRO
Sou professora de Educação Infantil do grupo III. Durante a semana da Ciência e Tecnologia, fizemos muitas atividades interessantes.
Primeiro levantamento dos aparatos tecnológicos que os alunos tinham em casa, e os mais utilizados pelos mesmos e os resultados foram: radio televisão, celular e computador. Ilustrei todos na lousa, e fiz as seguintes perguntas:
- Quais são os mais utilizados por vocês? E quais vocês têm em casa?
Resposta: RÁDIO
- No momento qual é a música que vocês mais houve tocar no rádio?
Resposta: BABY (Pablo e grupo Arrocha)
Baby, baby, baby
Sofro, sonho e choro
Baby, baby, baby
Óh baby, te adoro
Baby, baby, baby
Sem você eu morro
Baby, baby, baby
Socorro!
Foi interessante, pois, todos cantaram ao mesmo tempo e aprendi com eles. Diante de tudo que ouvi, comecei a questionar em relação aos outros aparatos, foi quando um aluno disse: o computador fica na lan house e é muito caro custa R$ 2.00 e outro concluiu na lan house também podemos colocar bônus no celular. Fiquei parada, olhando para eles e muito feliz pelo envolvimento e desenvoltura, pois, são crianças de apenas 03 anos. Foi quando resolvi usar “O JEITINHO BRASILEIRO”, então, pensei, não posso ficar de braços cruzados vou unir o útil ao agradável, caixas de papel, reciclagem e arte, ao tema: Ciência e Tecnologia Sustentável, então, construíram rádio, computador e televisão.
Baby, baby, baby
Sofro, sonho e choro
Baby, baby, baby
Óh baby, te adoro
Baby, baby, baby
Sem você eu morro
Baby, baby, baby
Socorro!
Foi interessante, pois, todos cantaram ao mesmo tempo e aprendi com eles. Diante de tudo que ouvi, comecei a questionar em relação aos outros aparatos, foi quando um aluno disse: o computador fica na lan house e é muito caro custa R$ 2.00 e outro concluiu na lan house também podemos colocar bônus no celular. Fiquei parada, olhando para eles e muito feliz pelo envolvimento e desenvoltura, pois, são crianças de apenas 03 anos. Foi quando resolvi usar “O JEITINHO BRASILEIRO”, então, pensei, não posso ficar de braços cruzados vou unir o útil ao agradável, caixas de papel, reciclagem e arte, ao tema: Ciência e Tecnologia Sustentável, então, construíram rádio, computador e televisão.
As crianças desenvolveram varias habilidades além, de repassarem o contexto real e cotidiano dos seus conhecimentos.
“Transformar, criar e inovar está dentro, de cada um de nós, só precisamos deixar aflorar”.
(Sebastiana Vilas Boas)
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